domingo, 28 de setembro de 2008

Isso é que é frase

O problema do Brasil é que, quem elege os governantes não é quem lê jornal, mas quem limpa o cú com ele.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sim, o show de Djavan

Quem já esteve em um show na concha lotada, vai saber o que eu vou falar. E quem já teve oportunidade de trabalhar nos bastidores de um show desse tamanho, vai concordar comigo. É de fuder. Desculpem. (ou não). Existe um monte de jeitos da gente dizer isso:
O evento me emocionou, o brilho das pessoas, e blá, blá, blá. Eu prefiro assim: Foi foda e pronto.
O público estimado da concha é de 5.000 pessoas, todas as que puderam foram.
Ingresso esgotado é igual a casa lotada e casa lotada é igual a uma energia indescritível. Na concha então, com aquela acústica... é fora de série. Os gritos são ensurdecedores.
Coube a mim avisar aos apresenteadores que Djavan tava pronto. Foi hilário. Eu no lado da boca de cena tentando ser invisível e umas mil pessoas (as que estavam na frente) apontando pro lado e dizendo:
- Olha pro lado;
- Olha pra ele alí;
E quando finalmente eles, os apresentadores, olharam, eu:
- Pode anunciar, Djavan tá pronto.
E aí sim, 5000 pessoas me vêm saindo do palco enquanto Ed Bala grita:
- Com vcs Djavan. (Quase eu fico surdo).
Elogiar o show do cara é lugar comum, mas não tem como ser diferente. É perfeito.
E além de tudo ele é simpático e gente boa. Quer mais o que? Sucesso. Sucesso e trabalho. Mais ao final do show do que durante, diga-se de passagem. Acho que 5000 das 5000 pessoas que foram queriam tirar foto com ele. 1000 queriam beijá-lo, 1000 abraça-lo, e as outras 3000 queriam fazer coisas libdnosas com ele e Max Viana ao mesmo tempo. Foi uma loucura.
O que fica de mais esta lição meninos e meninas?
Simples. Meu trabalho é de fuder(ou espetacularmente prazeroso, como vc preferir).

Show de Djavan

Show perfeito. Quem não foi perdeu. Vou colocar umas fotos daqui a pouco. Deixa eu só fazer o fechamento dos eventos do fim de semana.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Eleições 2008

Danilo Gentili do CQC, ontem a noite, me deu a luz:
"Se todos os candidatos tem o passado limpo e todos são tão maravilhosos administradores.
Decidi: Vou votar em todos".

E sobre a parada gay? Nada?

Claro que sim. Só não tive tempo. A parada teve muita coisa legal. Nada porém comparado a Léo Krety numa gaiola. Isso foi impagável.

domingo, 14 de setembro de 2008

Outros butecos

Continuei ontem minha saga pela melhor comida de buteco de Salvador.
Fui no Koisa Nossa na Mouraria e no Buteco da Graça na Graça (não diga!).
O Koisa Nossa tem mais cara de barzinho do que de Boteco, a cerveja é gelada, os preços são legais e mais nada. O atendimento é péssimo. Muita gente, pouco garçon (coitado do Alcindo). Quanto a comida: não sei porque eles inscreveram o pastel de polvo como melhor tira-gosto. Não tem diferencial nenhum, apesar de gostoso. Deixaram o ponto do polvo, muito macio, tirando do bicho a única coisa que ele tem de especial que é aquela consistência meio borrachuda. Deveriam ter colocado o catado de Aratu, muito mais gostoso, muito mais diferente. Realmente muito bom. Minha sugestão: Se for lá, tenha paciência com o Garçon, (não é culpa dele estar trabalhando praticamente sozinho) Peça sua cervejinha e um catado de Aratu, no máximo a lambreta que é o carro chefe da casa. Conselho: lá na Mouraria tem lugar melhor.
O Boteco da Graça sim tem cara de buteco. Lugar pequeno, as cadeiras ficam embaixo de uma árvore do outro lado da rua, um charme. Não dei sorte, assumo, chegamos muito tarde no lugar, a cerveja tava acabando, não tava muito gelada e tal. Os preços não são muito caros. O atendimento é super e o tira-gosto destruidor. É sério. Pense num lugar que você chega tarde, a cerveja ta quente, mas vc quer voltar.
O ambiente é muito legal, frequenteado pela galera da UFBA que é alí pertinho, o atendimento feito de perto pelo dono é reforçado por um monte de garçons super simpáticos. E o tira-gosto companheiro! É foda. Cremosinho é o nome da fera. Um escondidinho com recheio de arrumadinho. Inovador, gostoso e vem numa porção caprichada. Vale a pena. Vai lá e me chame.

sábado, 13 de setembro de 2008

Não resisti

Não consegui esperar até segunda.
Tive no buteco do Farias como disse (eu sou um bebedor de palavra).
Minhas impressões sobre o lugar foram muito boas. Sabe um buteco com cara e jeito de buteco? Eu diria que ele tem alma.
Os preços são super em conta, a cerveja geladíssima e o tira-gosto que está concorrendo, o porradão, é show. Tem de aipim e de abóbora. O de aipim parece um purê, mas quando vc corta lembra mais um quibebe. O queijo coalho dá o tom e as carninhas por cima fecham com chave de ouro. O de abóbora parece mais com um purê, mas a abóbora é tão sequinha que me fez gostar mais dele.
O atendimento é meio confuso. As atendentes apesar de muito atenciosas, eram novas no lugar e não sabiam explicar direito como era o porradão. vê se pode. Em compensação quando entra seu Farias em campo, é gol certo. Ele é aquele cara que te olha de longe pra saber se vc tá realmente gostando do prato e vem na mesa pra olhar no seu olho e perguntar: Gostou? Aquela atençãozinha a mais, sabe como é? O cara é massa.
Vale a pena. Fica no largo do fim de linha do Garcia. Vai lá.