Ninguém tem obrigação de se aborrecer com os motivos dos outros.
Cada um já tem os seus próprios motivos diários. Logo, vcs não precisam de mim pra fuder o próprio dia, mas como entrar aqui tem lá os seus perigos, lá vai.
Eu tô puto da vida, devendo a Deus e ao mundo porque não me pagam. Foda.
Hoje liguei pra cobrar a um escroto que me deve uma grana e ouvi a seguinte pérola:
- Eu não tenho dinheiro pra lhe pagar e se vc me ligar mais uma vez, vou começar a ser grosso com você. (tem base?).
Não vou perder tempo em explicar no que deu. Tô preparando uma carta pra divulgar pra quem preciso for o nome do empresário baiano e o motivo pelo qual ele me deve, esperem.
Tem uns lances da vida da gente que faz com que a gente repense atitudes (frase clichê e pobre, mas hoje eu tô me sentindo assim).
O fato é que eu comecei a escrever esse post, enquanto lia uns outros tantos blogs, que não ví durante o dia, por causa do excel. E eis que me bato com o post de Jorge sobre Susan Boyle. Me deu vergonha, por ser a única pessoa do mundo a não ter visto o vídeo completo. E resolví ver todo. Me arrepiei tb e pensei muito numa coisa:
Vcs agora devem tá pensando o que aconteceu com a minha vida e consequentemente com os meus desejos certo? pois bem:
Me deu vontade de fazer com a cara do FDP o mesmo que a natureza fez com a cara de Boyle.
Sim caros, nada mais do que isso. Nada de superação, nada de força de vontade. Deformação. É isso que eu queria fazer com ele, só isso.
Hoje eu tô me sentindo assim: Pobre de espírito e clichê que nem a Susan Boyle.
terça-feira, 28 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Trabalho e mais trabalho
Sou o burro de carga da humanidade.
Trabalho como um burro, por isso ganho como um (mesmo que seja só por enquanto) .
São 15:30 de sábado e eu ainda me encontro no escritório, de frente pro computador, traçando com avidez proporcional a minha fome (já que ainda não almocei) umas tantas planilhas do excel.
Excel pra quem não sabe, ou não é deste mundo, é um programinha criado pela 3ª besta do livro apocalipse, Bill Gates, para dominar o ser humano.
Muitos pensam que o dinheiro domina o mundo, outros pensam que é o sexo, outros ainda a tecnologia. Besteira. Quem controla o mundo é o excel e claro seus descendentes camuflados em planilhas das mais diferentes espécies progrâmicas.
Planilhas são pregos de adamantium enfiados nas nossas bundas, nos pregando nas cadeiras e nos fazendo perder o fim de semana. As odeio, mas não me imagino sem elas.
Ví em algum lugar, algo como "a vitória é feita de noite, porque durante o dia vc faz o que os outros fazem".
Hummmmmm.
Pensei nas putas, nos vigilantes e nos motoristas de pernoitão, afinal, burro que sou, demorei pra perceber que a essência dessa frase está entre beber e virar a noite trabalhando.
Como faço religiosamente os dois entrecortadamente. Se essa frase tiver o mínimo de poder sobre-natural. Tô feito.
A vitória é minha.
Que me sigam os bons.
Hoje pra beber, amanhã tb, segunda eu trabalho sozinho mesmo podem deixar.
E lembrem-se: Não tenham pena do seu fígado. No futuro ele não terá pena de vc.
Trabalho como um burro, por isso ganho como um (mesmo que seja só por enquanto) .
Excel pra quem não sabe, ou não é deste mundo, é um programinha criado pela 3ª besta do livro apocalipse, Bill Gates, para dominar o ser humano.
Muitos pensam que o dinheiro domina o mundo, outros pensam que é o sexo, outros ainda a tecnologia. Besteira. Quem controla o mundo é o excel e claro seus descendentes camuflados em planilhas das mais diferentes espécies progrâmicas.
Planilhas são pregos de adamantium enfiados nas nossas bundas, nos pregando nas cadeiras e nos fazendo perder o fim de semana. As odeio, mas não me imagino sem elas.
Ví em algum lugar, algo como "a vitória é feita de noite, porque durante o dia vc faz o que os outros fazem".
Hummmmmm.
Pensei nas putas, nos vigilantes e nos motoristas de pernoitão, afinal, burro que sou, demorei pra perceber que a essência dessa frase está entre beber e virar a noite trabalhando.
Como faço religiosamente os dois entrecortadamente. Se essa frase tiver o mínimo de poder sobre-natural. Tô feito.
A vitória é minha.
Que me sigam os bons.
Hoje pra beber, amanhã tb, segunda eu trabalho sozinho mesmo podem deixar.
E lembrem-se: Não tenham pena do seu fígado. No futuro ele não terá pena de vc.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Parceria é parceria
Acabou de passar uma reportagem. Um empresário, em Bom Jesus da Lapa, está sendo acusado de junto com a esposa ter assassinado a amante que estava grávida.
- Que absurdo.... Como é que uma mulher se presta a uma patifaria dessas?
- Que patifaria cabeça?
- Se juntar com o marido pra matar a amante;
- É isso aí amor. Mulher tem que ser parceira;
.................... (passa um tempo).......................
- Amor vc me acha sua parceira?
- Não sei.
- Como não sabe?
- Não sabendo. Primeiro eu vou arrumar uma amante, engravidar ela e lhe chamar pra gente matar e ocultar o corpo dela no gol. Se vc for comigo vc é minha parceira.
- Vá tomar no cu.
-...
-...
Cabeça não sabe nada de parceria.
- Que absurdo.... Como é que uma mulher se presta a uma patifaria dessas?
- Que patifaria cabeça?
- Se juntar com o marido pra matar a amante;
- É isso aí amor. Mulher tem que ser parceira;
.................... (passa um tempo).......................
- Amor vc me acha sua parceira?
- Não sei.
- Como não sabe?
- Não sabendo. Primeiro eu vou arrumar uma amante, engravidar ela e lhe chamar pra gente matar e ocultar o corpo dela no gol. Se vc for comigo vc é minha parceira.
- Vá tomar no cu.
-...
-...
Cabeça não sabe nada de parceria.
Saí num dilúvio pra um aniversário frustrado e gastei uma fortuna
O título é grande, mas eu prometí que seria esse.
Como dito no post anterior, ontem a noite fui ao encontro de Jorge, o jóvem e devasso homem isopor. Foi a comemoração do aniversário do peraltinha.
Quem me conhece, sabe que sou avesso a bares da moda. Gente bossal, cerveja cara, long neck, erro na conta (sempre pra mais), dificuldade pra estacionar, dificuldade pra achar mesa, pagar pra entrar, entre outras aberrações, fazem com que eu prefira de longe os botecos.
Mas era um dia de celebração.
Me preparando para o caso de ter que tomar um banho de mar, e ou comer um mocotó no mercado do peixe antes de voltar pra casa, coloquei no carro minha sunga, meus óculos escuros e fomos para o tal bar tirado a gás com água que ele marcou.
Primeiras aberrações:
Erro na conta (pra mais claro), cerveja cara e uma outra que não é exclusividade de bares da moda, mas que parecem atrair essas coisas. Divisão de conta complicada. Vc leva 2 horas bebendo e 1 hora discutindo quem paga o que, porque um não bebeu e o outro não comeu, essa ou aquela iguaria. Um saco.
Outro bar foi a proposta aceita por todos, mas qual? Uma hora pra decidir..................................... Decidido, outras aberrações:
Cerveja cara, long neck, dificuldade pra estacionar, dificuldade pra achar mesa, pagar pra entrar e um plus: Puta clima de velório.
Outro bar foi a proposta aceita por todos, mas qual? Mais uma hora pra decidir.....................................
Nesse iterin, Jorge, o sábio gordinho, grilo falante da humanidade, deu um zig, saiu dizendo que ia pro tal bar e pegou o caminho da roça.Aí, juntamos alguns (os bons), passamos numa loja de conveniência, metemos a pica nos cartões de crédito, compramos uma festa e fomos pra casa dele. Chuvia canivete e todos nos molhamos pra caralho tentando chegar no apartamento do rapazinho que, claro, é no último bloco.
Uma vez lá, a coisa fluiu e foi muito melhor que qualquer barzinho. Fizemos o de sempre, Ouvimos as mesmas histórias velhas, batidas e hilariantes de sempre. Bebemos uma quantidade razoável de álcool, conhecemos a nova TV dele e sacaneamos-nos uns aos outros.
A parte ruim ficou a cargo de assistir ao DVD do Guns em Tókio e ter que ver a rola de Axl naqueles shortinhos colados, curtos e envergonhantes, mas deixa isso pra lá.
Ter amigos é muito bom e esse post poderia ser uma ode a amizade a lealdade e tal, mas na verdade é um recado.
Caro Isopor-Man: Sabe aquele litro de Black Label que se encontra em sua residência?
Continuo disposto a estuprá-lo.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Meu Saguami querido
Ele não me pediu autorização.
Consequentemente eu não dei.
Claro que isso não foi desculpa para que Jorge aquele ser desprezível devassasse o meu Saguami.
A história é a seguinte.
Pare agora.
Clique aqui, leia o post dele e volte.
Pronto.
Isso feito:
Eu tenho mania de colocar nome nas coisas. Nomes geralmente estrambólicos e complicadogênicos.
Uma vez, cabeça me disse que viu uns espíritos no banheiro do Maria Fumaça (ponto turístico de Nazaré das Farinhas que tem um barzinho extremamente mal assombrado - mesmo) eu de pronto falei, eu sei amor, são 3: Zéca, Catipiu e Xunda.
Claro que isso virou resenha e tudo que acontecia com a galera era culpa dos 3 espíritos do banheiro do maria Fumaça.
Ontem foi a vez do Saguami. Eu tava falando que tinha um projeto. Queria morar numa reserva ecológica, com bichos ecológicos, fazendo coisas ecológicas (escrevendo um blog e um livro por exemplo), queria falar como ia ser roots morar no meio do nada, num lugar só frequentado por turístas em fim de semana e bichos ameaçados de extinção.
Eis que me interpõe o Verme. Que bichos? (sei lá, pensei, mas não daria esse gosto a ele) - Onças, pequenos macacos, Saguis, Saguamis etc. (não iteressava que bichos mirabolantes faziam parte da fauna da reserva) o importante era provar que homens modernos podem conviver com a natureza e etc.
Claro que ele não deixaria passar uma oportunidade postística dessas:
- Pablo o que é um saguamí? E eu mais uma vez de bate pronto.
- É igual a um saguí só que tem asa. Fudeu.
A risada levou uma hora pra diminuir e consequentemente meu projeto sério virou chacota.
Caros diretores da Michelin, o projeto é sério e eu estou disposto, não liguém pra Jorge, aquele devasso. Me deem uma chance e vcs não se arrependerão.
Quanto a vc gordo dos infernos:
Feliz Aniversário e daqui a pouco a gente se vê pra bolarmos mais coisas estupidas e imbecís.
A gente pode até não produzir um livro (o que eu duvido), mas besteira é com a gente mesmo.
Consequentemente eu não dei.
Claro que isso não foi desculpa para que Jorge aquele ser desprezível devassasse o meu Saguami.
A história é a seguinte.
Pare agora.
Clique aqui, leia o post dele e volte.
Pronto.
Isso feito:
Eu tenho mania de colocar nome nas coisas. Nomes geralmente estrambólicos e complicadogênicos.
Uma vez, cabeça me disse que viu uns espíritos no banheiro do Maria Fumaça (ponto turístico de Nazaré das Farinhas que tem um barzinho extremamente mal assombrado - mesmo) eu de pronto falei, eu sei amor, são 3: Zéca, Catipiu e Xunda.
Claro que isso virou resenha e tudo que acontecia com a galera era culpa dos 3 espíritos do banheiro do maria Fumaça.
Ontem foi a vez do Saguami. Eu tava falando que tinha um projeto. Queria morar numa reserva ecológica, com bichos ecológicos, fazendo coisas ecológicas (escrevendo um blog e um livro por exemplo), queria falar como ia ser roots morar no meio do nada, num lugar só frequentado por turístas em fim de semana e bichos ameaçados de extinção.
Eis que me interpõe o Verme. Que bichos? (sei lá, pensei, mas não daria esse gosto a ele) - Onças, pequenos macacos, Saguis, Saguamis etc. (não iteressava que bichos mirabolantes faziam parte da fauna da reserva) o importante era provar que homens modernos podem conviver com a natureza e etc.
Claro que ele não deixaria passar uma oportunidade postística dessas:
- Pablo o que é um saguamí? E eu mais uma vez de bate pronto.
- É igual a um saguí só que tem asa. Fudeu.
A risada levou uma hora pra diminuir e consequentemente meu projeto sério virou chacota.
Caros diretores da Michelin, o projeto é sério e eu estou disposto, não liguém pra Jorge, aquele devasso. Me deem uma chance e vcs não se arrependerão.
Quanto a vc gordo dos infernos:
Feliz Aniversário e daqui a pouco a gente se vê pra bolarmos mais coisas estupidas e imbecís.
A gente pode até não produzir um livro (o que eu duvido), mas besteira é com a gente mesmo.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Estou sendo cobrado
ℓá diz:
ta postando ?
pabloaraujo2@gmail.com diz:
eu tô com um post aqui na minha frente. Comecei a escrever de manhã e ainda não tive tempo de terminar
ℓá diz:
pois acho bom terminar logo
q merda
acho q vou abandonar vcs velho (eu e Jorge)
pabloaraujo2@gmail.com diz:
nããããããããããããããããããããão
ℓá diz:
eu vou contar qntas vezes eu entro nos blogs
toda vez q eu entrar vou comentar o numero da visita
ℓá diz:
ne possivel.
------------------------------
Viu???
Viu que tem gente que lê???
É sério. Eu não inventaria isso.
Tá eu inventaria, mas não inventei.
Juro.
ta postando ?
pabloaraujo2@gmail.com diz:
eu tô com um post aqui na minha frente. Comecei a escrever de manhã e ainda não tive tempo de terminar
ℓá diz:
pois acho bom terminar logo
q merda
acho q vou abandonar vcs velho (eu e Jorge)
pabloaraujo2@gmail.com diz:
nããããããããããããããããããããão
ℓá diz:
eu vou contar qntas vezes eu entro nos blogs
toda vez q eu entrar vou comentar o numero da visita
ℓá diz:
ne possivel.
------------------------------
Viu???
Viu que tem gente que lê???
É sério. Eu não inventaria isso.
Tá eu inventaria, mas não inventei.
Juro.
Ainda cansado
Nesse momento, depois de 10 horas dormidas, ainda me sinto cansado. Muito cansado.
Semana Santa foi tanto cansativo, quanto proveitosa e divertida.
Além de termos montado a Temakeria, eu ainda ajudei, no que pude, a produção do Caxixi Fest. Ambos foram um sucesso.
É muito bom terminar um trabalho cansado, mas com a sensação de vitória. A dominação do mundo passa por isso.
(Esse post eu comecei a escrever pela manhã, mas como vcs podem perceber não tive tempo, já são 17:30h)
O que me faz não ficar puto com isso é que no final das contas, eu sei que tudo vai dar tudo certo e eu vou chegar ao final da vida, sentado no meu bar, com um computador (ou equivalente tecnológico) no colo, escrevendo posts (ou equivalentes tecnológicos) longuíssimos e chatíssimos, enquanto brigo com um garçon e peço mais uma cerveja a outro.
Até lá, preciso trabalhar formalmente, o que tem dificultado minha rotatividade, mas como eu disse anteriormente no final vai dar tudo certo.
Semana Santa foi tanto cansativo, quanto proveitosa e divertida.
Além de termos montado a Temakeria, eu ainda ajudei, no que pude, a produção do Caxixi Fest. Ambos foram um sucesso.
É muito bom terminar um trabalho cansado, mas com a sensação de vitória. A dominação do mundo passa por isso.
(Esse post eu comecei a escrever pela manhã, mas como vcs podem perceber não tive tempo, já são 17:30h)
O que me faz não ficar puto com isso é que no final das contas, eu sei que tudo vai dar tudo certo e eu vou chegar ao final da vida, sentado no meu bar, com um computador (ou equivalente tecnológico) no colo, escrevendo posts (ou equivalentes tecnológicos) longuíssimos e chatíssimos, enquanto brigo com um garçon e peço mais uma cerveja a outro.
Até lá, preciso trabalhar formalmente, o que tem dificultado minha rotatividade, mas como eu disse anteriormente no final vai dar tudo certo.
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