Esse post está sendo feito em tempo real. Portanto, o que quer que saia é absoluta responsabilidade da soberania dinâmica da espontaneidade. Hã????
Se um dia o mundo acabar de forma inesperada. Aqueles que sobreviverem, ou se por ventura formos visitados por uma raça pós apocaliptica, aqueles que aqui nos visitarem, vão ter a impressão de que o herbalife era uma espécie de deus, ou de time de futebol (o que pra alguns dá no mesmo). Sempre pensei assim. Até hoje.
Estou recebendo, (lá ele) a alegre (ui) visita de um parceiro (conflito no chip de duplo sentido) aqui em casa. Entre piadas e besteiras comuns, eis que ele pede o apoio da esposa:
-Amor quantos pontos existem em uma torrrada e duas cervejas? como assim? (pensei eu. Alto inclusive)
- Não cara é o seguinte:
- Eu tô fazendo vigilante do peso e tenho direito a comer não sei quantos pontos, (30 sei lá - algo famelificante como uma fatia de palmito e um café com adoçante durante um dia inteiro) caso contrário eu engordo e tal...
Lembrei automaticamente de minha cunhada que passou o carnaval todo comendo couve, grama, folhas de boldo, algumas leguminosas vegetativas e bebendo água de coco, que mesmo não tendo pontos, só podia repetir 10 vezes. Churrasco? quando tinha ela ia dormir, porque qualquer coisa que fosse na brasa ia de encontro aos pontos flex que naquele momento ela já usava.
PUTA QUE PARIU.
Dô pá isso não. O cara fazia parte do clã dos gordinhos legais e agora saiu daqui correndo porque ia pra uma evangelização de casais ortodoxos, naturalistas, distintos, ou algo que o valha. Segundo sua esposa, era a versão 2010. Algo como uma evolução revolucionista , psico-bio-fisica e espiritual avançada.
Pensando nisso, acho que eu tenho uns amigos meio loucos.
Um, putanheiro famoso no jet set bregal soteropolitano, avacalhador de eventos em que se come pouco e bebedor inveterado se apresenta a mim como adepto da dieta dos pontos, o outro não pôde vir porque tinha acabado de vir de uma avatárica viagem ao paraíso Hallelujah de Gramado em pleno carnaval.
Voltando ao "ponto", hoje comecei a achar que as escavações futurístas pós fudeu tudo mundial, vão achar pequenas caveiras cercadas de produtos que não tem ponto de um lado e do outro os gordinhos cercados de seus iguais, responsáveis talvez por grande parte do consumo de reservas alimentícias do mundo.
Falta saber em que lado estar. Eu já escolhí o meu.
Abaixo aos pontos, viva os acarajés com tudo dentro e as cevejas sem limite;
Abaixo os controles de calorias, viva as pontinhas de picanha e as cervejas sem limite;
E por fim, mas nem um pouco menos importante: Viva as cervejas sem limite.
Sem mais, subscrevo.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Invenções
Particularmente eu acho que a melhor invenção de 2009 foi a cervejinha da Skol.

Aliás, enquanto não inventarem a cura pro rebolation, eu vou continuar achando a melhor invenção dos últimos tempos.
Veja um exemplo:
Chego eu, o macho alfa do 2 de julho, em Salvador sedento por uma cerveja.
Há Pablo, mas hoje é terça ainda e vc já tá sedento? Respondo: É. Depois do consumo industrial da semana passada o ritmo de volta ao processamento hepático tem que ser gradual. Além do que, eu não sou amador pra só beber fim de semana. E tem também aquela desculpa do: Vai tomar no cu porque eu bebo se eu quiser.
Voltando:
Chego eu, sedento e nenhuma cerveja gelada. Isso já seria motivo de divórcio, mas eu tinha cervejinhas.
Tirei a carne do congelador, enchi das tais pequenas pedras preciosas e fui ao banheiro. Trinca pronta, voltei e a cerveja tava lá - geladinha.
Notadamente esse sempre foi um desejo meu, quiçá do homem moderno, alguma coisa que realmente me obedecesse. Fica gelada rápido que eu tô com sede. E pá.
Pensando bem, veja a que ponto pode chegar uma alma ressequida, feliz por ter seu anseio alcoólico atendido. Acho que esse post me denuncia como toxicomano, dependente químico, maluco paranóico, ou algo que o valha.
Sem mais, subscrevo.
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