quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A doninha

Recebí uma informação de que Jorge Martins encontra-se com uma doninha ilícita em seu poder.
Essa informação me foi passada por gente da sua própria família.
Nesse sentido, Peço:

Jorge solte a doninha

(nem que seja aquela dona louca que há dentro de vc).

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Escrever

Tem 3 dias que eu tô tentando fazer um post e não consigo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O dois lados de uma história

Fim de semana passado, em um bate papo entre amigos, ouví um relato de um trecho extremamente emocionante da vida de alguém.
Independente do trecho, uma coisa me chamou a atenção.

Uma história, mesmos personagens, jeitos diferentes de contar.


De um lado um filho orgulhoso da mãe, do outro uma mãe envergonhada do filho.

A história vc já viu antes. Sérias dificuldades financeiras em algum ponto da vida. Viu, mas talvez não tenha sentido. Talvez não tenha visto um filho dormir com fome, talvez não tenha passado a noite em claro sabendo que o amanhã vai trazer outra noite.

Viu, mas não sentiu um brilho inabalável nos olhos desse filho que dormiu com fome, hoje, ao de um lado lembrar com memória de infância e do ountro olhar pra mãe, que a essa altura lembra com memória de adulto castigado.

Ao ouvir esse relato, não só eu, mas todos nós nos emocionamos, o que poderia por sí só se transformar num relato. Mas não é quanto a isso que me coloco aqui. Este é sobre o que me move, ou move qualquer um de vcs.

Eu nunca fui deslocado pelo que me inspira no momento. Nunca fui movido por um instinto imediatista de resoluções práticas de um concurso público. Talvez por isso ainda nade tão forte, mesmo a competição ja tendo começado a tanto tempo. O que me moveu e o que me move, não é o que os outros lados estã vendo hoje, mas como o isso de agora serviu pra construção do isso de amanhã.

Quero, preciso e vou olhar pro ontem de amanhã e ver com meus olhos de dureza, enquanto olhos de esperança vão pensar que também podem.

Pode parecer filosófico, mas é simples assim.

Sem mais, subscrevo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Toca Heitor

Ontem fomos apoiar mais um passo rumo ao estrelato de Drummond.
Drummond é aquele cara que tinha um blog que eu cheguei, assumo vergonhosamente, até a indicar.
|Pausa| Não vão mais lá, ele parou de escrever|Fecha pausa|.

Como vcs deveriam saber, não suporto a combinação barzinho+violão, detesto quase tanto quanto detesto o Criança Esperança, mas isso é uma outra história.
Detesto somzinho ao vivozinho. Teclado então, Vixe Maria.

A vc, chato leitor, que ao ler essa pérola da literatura contemporâna, possa estar pensando: Droga, eu gosto tanto de somzinho em barzinho por que será que meu ídolo não gosta?

Explico, mas primeiro leia isso. Agora eu complemento:
É chover no molhado, toda pessoa com o mínimo de bom senso acha, mas vale repetir:
Existe alguma coisa mais chata do que estar tomando sua cervejinha e um viado (não o bicho, nem um homosexual, mas aquele chingamento padrão que a gente aprende quando é pequeno) começa a gritar toca Chão de Giz?
Dá vontate de levantar, desmontar todo o equipamento e sob perplexidade dos outros expectadores ir embora, sem nenhuma explicação. Antes porém, parar e mostrar o pau pra todo mundo. Claro que isso se aplica a quem tem pau, quem não tem é melhor ir embora e pronto, pra não acabar tornando a noite do bar agradável.

É insurpotável.
E Toca um Sambinha? E Oceano? E Leãzinho? Dedo no cu de quem ainda pede isso. No der quem aceita tocar eu deixo no ar.

Claro que não foi nenhum desses casos o de ontem. Primeiro porque a banda é de Pop Rock, segundo porque eles dão o tema logo no início. Fazendo em módulos os anos 70, 80 e 90/2000 arrumadinhos bem bacana. A propósito, toda quinta no Porto Caymmi no Rio Vermelho, aparece por lá (me liga antes, claro).

Apois, como não caberiam os clássicos do teclado e voz, os filhosdeputa não podiam ficar em casa assistindo televisão, tinham que ir pra lá, aproveitar uma oportunidade.
E ela sugiu. A gente pra sacanear a banda, começou a gritar "canta Raul", numa demonstração inequívoca de intimidade com os artistas, afinal, isso é junto com o laiá-laiá de Andança, a coisa mais nojenta que possa existir num bar com som ao vivo. Pois bem, não é que surge um fidapelada e pede pra dar uma canja? Não é que ele pega o violão e canta o diabo do Raul?

O idiota, deve ter achado que era verdade, o que me fez lembrar do Saraiva de Francisco Milani e fiquei com tanta raiva quanto ele ficava. Uma skol fez as vezes da Carolininha.

Eu não gostava, nem gosto de Raul, mas claro, não nego que o cara era foda. O problema é quem acha que basta tirar um violão da capa, pra passar a ser obrigatório a execução de alguma porra do cara.
Porra velho, vai fazer isso num daqueles bares fundo do poço, onde vc se reune com aqueles seus amigos que acham o Bambara (um barzinho frequentado por velhos tirados a gatinhos em busca de coroas de 2ª mão) o melhor bar mundo, mas não tem dinheiro pra frequentar. Vai pro Pelourinho, praqueles bares de rock frequentados por antigos músicos de axé decadentes, ou coisa que os valha.

Se eu fosse o produtor da banda cortava o som dele no meio e dizia que deu pau em alguma porra, como não sou, me contive em apenas parar de beber enquanto ele cantava.
Acho que foi suficiente.

Pior mesmo foi no primeiro dia. Estava a banda passando o som, quando aparece um bêbado:
- Toca Heitor.
- Hã
- Toca Heitor.
- A gente não sabe tocar heitor meu senhor
- Há, mas Toca Heitor só um pouquinho. (bêbados acham que não saber é algum sinônimo de má vontade)
- Mas eu não sei nem que música é essa.
- Como não sabe?
- Não sabendo, de quem é?
- Porra, do Jota Quest. (Drummond, que tem todos os discos, de todas as bandas do mundo, retruca)
- Jota Quest? Canta um pouquinho aí.
- Claro - Heitor eu não te escuto mais, vc não me leva a nadaaaaa, Hei Medo eu não te escuto mais....
- Háaaaaaa.

Preciso explicar ainda porque eu não gosto de barzinho e violão?

Sem mais, subscrevo.

Chuck amigão


Não é novidade que Chuck Norris é o melhor personagem midiático depois de Wolverine.
Chuck Norris é mediocrático e nada melhor pra começar o fim de semana com um link dos mais fodas da internet.

O site do Chuck Norris

Minhas favoritas :

Depois de assistir "O Chamado", o telefone de Chuck Norris tocou e aconteceu um breve diálogo: - Sete dias. - Aqui é Chuck Norris. - Desculpe, foi engano.

Chuck Norris pode matar duas pedras com um passarinho.

Chuck Norris já foi homem bomba. 13 vezes.

Chuck Norris trabalhou como negociador da polícia. Seu trabalho era ligar para os seqüestradores e dizer: "aqui é Chuck Norris".

Uma vez o amor encarou Chuck Norris. Desde então o amor é cego.

Chuck Norris
fala braile.

Vê aí e diga se não é massa.



Me lembrei de alguém vendo esse vídeo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ouvindo vozes

Noite profunda.

Acordo com luzes acesas e Cabeça tensa.
- Que foi amor?
- Tomei um susto;
- Com o que?
- Pensei ter ouvido vozes;
- Como assim?
- Acho que as vizinhas tão brigando.

|Pausa| Somos vizinhos de um casal de senhoras que parecem se dar muito bem e que bebem rigorosamente todo dia no barzinho em baixo do prédio.
Desde que moramos por lá, elas nos tratam super bem, logo são pessoas legais |fecha Pausa|;


- Deve ser impressão (apesar de ter ouvido umas conversas meio estranhas).

.... Passa um tempo e eu totalmente dormindo, ouço:

- Vá dormir (num mermúrio baixinho e distante)
- Tá tarde vá dormir.

|Pausa 2| Moramos num prédio antigo, de paredes grossas e é relativamente difícil ouvir conversas no outro lado. Quando ouvi o "vá dormir" realmente parecia que era uma voz fantasmagórica.|Fecha pausa 2|.

Pronto. Também ouví vozes.
Olhei pra cabeça. Dormindo.
Tentei ouvir de novo. Nada.
Tentei dormir novamente. Sem sucesso.
Imaginava quando as vozes começariam a falar:

- Compre o CD novo do Padre Fábio Gatinho;
- Irmão, venda seu carro e entregue a Edir Macêdo;
- Se inscreva pro próximo A Fazenda e serás feliz.

Nesse momento, totalmente em pânico.
Acordei assustado, olhando pros lados e nada. De repente ouví batidas de móveis, e de portas, e do caralho todo que envolve uma briga de casal.
Fiquei calmo nesse momento. Percebí que alguém tava com sérios problemas, mas não era eu, nem cabeça.

Durante toda noite ouví os sons da desavença, mas dormi feliz.

Primeiro: Cabeça, apesar no remédio de psiquiatria mental, (que conto depois) não tava ouvindo vozes.
Segundo: Eu não estava passando por um processo de degradada depravação, sem correção, cujo efeito principal, era sonhar com um casal de velhas senhoras, bêbadas, brigando num ringue de geléia de mocotó, embaixo da minha cama.

Obrigado pelos votos de melhoras, pelo jeito deu certo.

Sem mais, subscrevo.