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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Primeiro Contato

Oi, a quem interessar possa.

Um dos meus objetivo, com este blog é reunir pessoas chatas e ranzinzas como eu. Trocar idéias com elas e enriquecer meu leque de chatices. Os outros objetivos, eu tenho esperança de encontrar durante o percurso.

Vou dar exemplos para unir mais rapidamente as idéias:

Pra começar, eu odeio televisão. Não o aparelho, claro, mas Faustão, Zorra Total, Futebol dia de quarta e Didi em qualquer horário, toda a programação da Bandeirante, Chaves e milhares de outros que de vez em quando eu vou citando.

Detesto barzinho da moda, com aquelas pessoas que se vestem como se dissessem - por favor olhem pra mim, eu só tenho isso em minha vida, se vocês não me olharem, eu vou me matar. Pra falar a verdade eu não suporto nenhum tipo de moda, a roupa da moda, a festa da moda, a banda da moda.

Odeio babinhas de fim de semana, onde os chatos que sabem jogar são tão bem vindos e os legais pernas de pau só servem para pegar de gol.

É bom ficar claro que eu tenho conhecidos, amigos e até grandes amigos clichês. Alguns fora desse ambiente são até legais. O que me resta?
Os conhecidos finjo que não conheço, os amigos eu perdoou e os grandes amigos eu sacaneio.

Então, se sua mulher, marido, namorado (a), caso, ou simples parceiro (a) sexual lhe chama de chato com certa frequencia, ou se essa semana você já ouviu isso pelo menos duas vezes e de pessoas diferentes.

Pode ter certeza.

Provavelmente eles estão certos. O que fazer?
Manda todo mundo se fuder (com o maior carinho possível) e vem dividir essas histórias com a gente.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Saí num dilúvio pra um aniversário frustrado e gastei uma fortuna

O título é grande, mas eu prometí que seria esse.

Como dito no post anterior, ontem a noite fui ao encontro de Jorge, o jóvem e devasso homem isopor. Foi a comemoração do aniversário do peraltinha.

Quem me conhece, sabe que sou avesso a bares da moda. Gente bossal, cerveja cara, long neck, erro na conta (sempre pra mais), dificuldade pra estacionar, dificuldade pra achar mesa, pagar pra entrar, entre outras aberrações, fazem com que eu prefira de longe os botecos.
Mas era um dia de celebração.

Me preparando para o caso de ter que tomar um banho de mar, e ou comer um mocotó no mercado do peixe antes de voltar pra casa, coloquei no carro minha sunga, meus óculos escuros e fomos para o tal bar tirado a gás com água que ele marcou.

Primeiras aberrações:

Erro na conta (pra mais claro), cerveja cara e uma outra que não é exclusividade de bares da moda, mas que parecem atrair essas coisas. Divisão de conta complicada. Vc leva 2 horas bebendo e 1 hora discutindo quem paga o que, porque um não bebeu e o outro não comeu, essa ou aquela iguaria. Um saco.

Outro bar foi a proposta aceita por todos, mas qual? Uma hora pra decidir..................................... Decidido, outras aberrações:

Cerveja cara, long neck, dificuldade pra estacionar, dificuldade pra achar mesa, pagar pra entrar e um plus: Puta clima de velório.

Outro bar foi a proposta aceita por todos, mas qual? Mais uma hora pra decidir.....................................
Nesse iterin, Jorge, o sábio gordinho, grilo falante da humanidade, deu um zig, saiu dizendo que ia pro tal bar e pegou o caminho da roça.

Aí, juntamos alguns (os bons), passamos numa loja de conveniência, metemos a pica nos cartões de crédito, compramos uma festa e fomos pra casa dele. Chuvia canivete e todos nos molhamos pra caralho tentando chegar no apartamento do rapazinho que, claro, é no último bloco.

Uma vez lá, a coisa fluiu e foi muito melhor que qualquer barzinho. Fizemos o de sempre, Ouvimos as mesmas histórias velhas, batidas e hilariantes de sempre. Bebemos uma quantidade razoável de álcool, conhecemos a nova TV dele e sacaneamos-nos uns aos outros.

A parte ruim ficou a cargo de assistir ao DVD do Guns em Tókio e ter que ver a rola de Axl naqueles shortinhos colados, curtos e envergonhantes, mas deixa isso pra lá.


Ter amigos é muito bom e esse post poderia ser uma ode a amizade a lealdade e tal, mas na verdade é um recado.

Caro Isopor-Man: Sabe aquele litro de Black Label que se encontra em sua residência?

Continuo disposto a estuprá-lo.