terça-feira, 21 de abril de 2009

Saí num dilúvio pra um aniversário frustrado e gastei uma fortuna

O título é grande, mas eu prometí que seria esse.

Como dito no post anterior, ontem a noite fui ao encontro de Jorge, o jóvem e devasso homem isopor. Foi a comemoração do aniversário do peraltinha.

Quem me conhece, sabe que sou avesso a bares da moda. Gente bossal, cerveja cara, long neck, erro na conta (sempre pra mais), dificuldade pra estacionar, dificuldade pra achar mesa, pagar pra entrar, entre outras aberrações, fazem com que eu prefira de longe os botecos.
Mas era um dia de celebração.

Me preparando para o caso de ter que tomar um banho de mar, e ou comer um mocotó no mercado do peixe antes de voltar pra casa, coloquei no carro minha sunga, meus óculos escuros e fomos para o tal bar tirado a gás com água que ele marcou.

Primeiras aberrações:

Erro na conta (pra mais claro), cerveja cara e uma outra que não é exclusividade de bares da moda, mas que parecem atrair essas coisas. Divisão de conta complicada. Vc leva 2 horas bebendo e 1 hora discutindo quem paga o que, porque um não bebeu e o outro não comeu, essa ou aquela iguaria. Um saco.

Outro bar foi a proposta aceita por todos, mas qual? Uma hora pra decidir..................................... Decidido, outras aberrações:

Cerveja cara, long neck, dificuldade pra estacionar, dificuldade pra achar mesa, pagar pra entrar e um plus: Puta clima de velório.

Outro bar foi a proposta aceita por todos, mas qual? Mais uma hora pra decidir.....................................
Nesse iterin, Jorge, o sábio gordinho, grilo falante da humanidade, deu um zig, saiu dizendo que ia pro tal bar e pegou o caminho da roça.

Aí, juntamos alguns (os bons), passamos numa loja de conveniência, metemos a pica nos cartões de crédito, compramos uma festa e fomos pra casa dele. Chuvia canivete e todos nos molhamos pra caralho tentando chegar no apartamento do rapazinho que, claro, é no último bloco.

Uma vez lá, a coisa fluiu e foi muito melhor que qualquer barzinho. Fizemos o de sempre, Ouvimos as mesmas histórias velhas, batidas e hilariantes de sempre. Bebemos uma quantidade razoável de álcool, conhecemos a nova TV dele e sacaneamos-nos uns aos outros.

A parte ruim ficou a cargo de assistir ao DVD do Guns em Tókio e ter que ver a rola de Axl naqueles shortinhos colados, curtos e envergonhantes, mas deixa isso pra lá.


Ter amigos é muito bom e esse post poderia ser uma ode a amizade a lealdade e tal, mas na verdade é um recado.

Caro Isopor-Man: Sabe aquele litro de Black Label que se encontra em sua residência?

Continuo disposto a estuprá-lo.

2 comentários:

Juliana Rocha disse...

Uma festa altamente peculiar e suspeita!!! kkkkkkkkkkkkkkkkk

lilaemarcelo disse...

Com certeza se tivéssemos ido para o mercadão desde o início ia ser muito melhor e mais barato! Incentivo ao bar copo sujo sempre!