quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Riviera Grill

Caríssimos

Como a maioria de vocês sabe, eu estou montando o maior equipamento de dominação mundial jamais pensado. O Riviera Grill, em Nazaré das Farinhas.


O espaço, que vai ficar no entorno do Cinema Rio Branco, vai ser primariamente um restaurante de grelhados, mas como o espaço é muito grande e vcs sabem como eu sou, vai sempre rolar uma baladinha no final da noite. A idéia é dar uma sacudida mesmo na noite noturna da cidade.

Pois bem, depois de 3 meses de trabalho espinhoso, aborrecimentos mil com pedreiros e afins, dia 19 próximo às 16:00h a gente começa a funcionar. Vai ser ainda em slow motion, sem badalações, mas vamos funcionar finalmente.

Está sendo loucura administrar esse corre corre pra abrir, Cecília, esposa, casa e tudo mais, mas eu sabia que não ia ser fácil realizar um sonho desse tamanho.

Bom, eu vou dando notícias e por agora vou tentar dormir um pouco pra dar conta da contagem regressiva. Torçam pela gente e apareçam.


Com tudo o mais, subscrevo.

domingo, 14 de novembro de 2010

Nossa Senhora Coca Cola

Sobre o restaurante que estamos montando:

- Cabeça vc vai vender Coca-Cola não vai? (Cabeça ela falando com Cabeça eu)

-Não

-Porque?

-Porque eu fechei exclusividade com a Ambev. Serve Pepsi?

-Não.

-Porque?

-Porque quando eu estava grávida e de resguardo, eu fiz uma promessa pra Nossa Senhora Coca-Cola, que quando eu parasse de amamentar, eu só beberia Coca-Cola.

-E água?

-Nada. Só Coca.

-Tá.

...

-A propósito, me diz: Como é essa santa? Ela é preta ou vermelha? Parece um Exu?

-Ela é pretinha com um manto vermelho.

-Escrito Coca-Cola em branco acertei?

-Sim, é isso. Onde você viu?

...

Cabeça tem uma mente fértil não?

Sem mais, subscrevo.

Nossa Senhora Coca Cola

Sobre o restaurante que estamos montando:

- Cabeça vc vai vender Coca-Cola não vai? (Cabeça ela falando com Cabeça eu)

-Não

-Porque?

-Porque eu fechei exclusividade com a Ambev. Serve Pepsi?

-Não.

-Porque?

-Porque quando eu estava grávida e de resguardo, eu fiz uma promessa pra Nossa Senhora Coca-Cola, que quando eu parasse de amamentar, eu só beberia Coca-Cola.

-E água?

-Nada. Só Coca.

-Tá.

...

-A propósito, me diz: Como é essa santa? Ela é preta ou vermelha? Parece um Exu?

-Ela é pretinha com um manto vermelho.

-Escrito Coca-Cola em branco acertei?

-Sim, é isso. Onde você viu?

...

Cabeça tem uma mente fértil não?

Sem mais, subscrevo.

Já é

Vocês já ouviram a música “Já é” de Lulu Santos?

Às vezes eu me pego cantando essa música.

Pra ser sincero, na maioria das vezes, eu canto as músicas sem muita noção do que a letra diz, mas essa em especial, não podia me passar.

Principalmente por uma frasezinha com o intuito de questionar: Será que isso é mesmo o que você pensou, quando pensou no que queria ser?

E você? Já parou HOJE pra pensar nisso?

Eu penso sempre e há muito não penso num sim tanto quanto eu penso hoje.

Foi pau viola, foda, mas sinceramente acho que agora vai.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Hã, há...

- Cabeça, Nestor Kirchner morreu. ( Cabeça falando comigo tá?)
- Hã? Ashton Kutcher?
- Não, Nestor Kirchner.
- Há, tudo bem.

- Como assim tudo bem o cara morrer?
- Nada é que eu pensei que tinha sido Ashton Kutcher.

- E qual a diferença pra você?
- É que morrer um presidente, ou ex-presidente da Argentina a mim não diz nada, mas Efeito Borboleta é de fuder e The Guardian então... Muito mais importante.

- Háaaa.

Cabeça não entende nada de personalidades mundiais.

Sem mais, subscrevo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Porque não?

Porque eu não tenho escrito posts falando sobre as minhas primeiras impressões da paternidade?

Simples, eu não sei teclar com uma mão só (na outra está Cecília);
Simples, eu estou tentando dormir (quando ela dorme);
Simples, eu estou lerdo demais por não ter dormido.

Ter um filho, e mais do que isso, ser novo nisso. É tudo aquilo que vc ouviu. inclusive aqueles clichês de padecer no paraíso e tal.
Ser pai é cansativo, complicado, assustador e maravilhoso.
Tanto, que se eu ceder a tentação de contar casos do meu bebê, provavelmente o blog vai mudar totalmente de foco. Isso, claro, contando com que algum dia ele teve algum tipo de foco.

Contudo, o caso não é esse. O fato é que eu comecei esse post no intuito de dizer, que por extrema falta de vergonha na cara e de comprometimento com vcs, eu ia dar um tempo do blog. Dispensando, por conseguinte, vcs para usarem seus tempos de uma forma mais racional do que me seguindo, ou mesmo vindo por aqui de vez em quando.

Acontece que, como numa novela de Agnaldo Silva, antes de começar o post, eu resolvo dar uma olhada nos seguidores e vejo que já estão em 53. Isso sem contar que essa semana eu recebí uns nacos significativos de comentários. E pior, de posts antiquíssimos. Não sei vocês, mas eu considero comentários bolinações gostosas e fico pensando se realmente eu não consigo um tempo pra um carinho doce no meu saquinho peludo em meio a esse turbilhão.

Claro que eu estou com um bebê de 40 dias que chora;
Claro que eu estou prestes a abrir o maior projeto de dominação mundial jamais tentado e que claro está com atraso nas obras;
Claro que eu tenho uma esposa, família, casa e um carro com problemas de vasamento de óleo.

Mas o que é tudo isso diante de um comentário de uma pessoa que eu nunca ví, ou de um seguidor novo?

Assim, vou adiar a assinatura da carta de alforria de vocês, meus escravos, e vou tentar mais uma vez fazer com que vcs não me abandonem como eu vos abandonei.

Sem mais por agora, subscrevo.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A maior novidade da minha vida

E sem conseguir dizer o que eu preciso dizer.
Não tive dúvidas em pedir ajuda .


O amor que eu te tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar amor
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar amor

Poderia se chamar nuvem
Porque muda de formato a cada instante
Poderia se chamar tempo
Porque parece um filme a que nunca assisti antes

Poderia se chamar la-bi-rin-to
Porque sinto que não conseguirei escapulir
Poderia se chamar a u r or a
Pois vejo um novo dia que está por vir

Poderia se chamar abismo
Pois é certo que ele não tem fim
Poderia se chamar horizonte
Que parece linha reta mas sei que não é assim

O amor que eu te tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar amor
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar amor

Poderia se chamar primeiro beijo
Porque não lembro mais do meu passado
Poderia se chamar último adeus
Que meu antigo futuro foi abandonado

Poderia se chamar universo
Porque sei que não o conhecerei por inteiro
Poderia se chamar palavra louca
Que na verdade quer dizer: aventureiro

Poderia se chamar silêncio
Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo
E poderia simplesmente não se chamar
Para não significar nada e dar sentido a tudo

Não deveria se chamar amor
Paulinho Moska





Sem mais, subscrevo.